sexta-feira, 1 de abril de 2011

KAREN BLIXEN


Karen Dinesen, por casamento Blixen, conhecida mundialmente por Karen Blixen, nasceu em Rungstedlund (Dinamarca), no seio de uma família aristocrata e rica, em 17 de Abril de 1885. A mãe foi a primeira norueguesa eleita para o Parlamento. Aos 10 anos o pai de Karen, militar, escritor e desportista, suicida-se provavelmente na sequência de ter contraído a sífilis, uma doença quase tão grave como hoje a Sida. Karen teve uma educação primorosa, ligada às artes, e aos 22 anos começa a publicar pequenas histórias. Sabe-se que Karen teve irmãs, que com ela estudaram francês, na Suiça. Aos 28 anos casa com o Barão Bror von Blixen-Finecke e partem para África, onde Karen vai gerir uma plantação de café perto de Nairobi. Com o início da Grande Guerra , em 1914, aquela parte de África ficou sob domínio da Grã-Bretanha. Em 1915, Karen regressa à Dinamarca para se tratar da sífilis, contraída pelo contacto com o marido. O homem da sua vida, Denys Finch Hatton (1887 – 1931), conheceu-o aos 30 anos. Em 1925, Karen está divorciada do marido e vai viver um ano na sua casa da Dinamarca. Embora tenha redigido esporadicamente para jornais dinamarqueses, foi com “Gotic Tales” (1934), que escreveu em inglês sob o pseudónimo de Isak Dinesen, que realmente iniciou a sua carreira literária. O interesse de Karen por África começou meramente pelo gosto dos safaris, desporto da moda, para gente rica, durante o século XIX e parte do séc. XX, quando as mentalidades achavam normal matar animais por prazer e fretar africanos para lhe fazer todos os trabalhos que os brancos, como colonos, não faziam. Quando Karen publica, em 1938, o seu mais conhecido romance “Out of Africa” (traduzido para português como África Minha) é já uma mulher com larga experiência de convívio com africanos. O livro é autobiográfico e viria a ser adaptado, com enorme sucesso, ao cinema. Muitos dos seus livros posteriores foram publicados simultaneamente em inglês e em dinamarquês. Ehrengarda, a Ninfa do Lago (1963), foi publicado no ano seguinte à morte de Karen Blixen, ocorrida em 1962. Também ficou conhecida com o nome masculino Isak Dinesen, que publicou obras-primas como "A Festa de Babette". Quando envelheceu, ficou “meio anoréxica”, mas mantinha as boas companhias — minha Nossa! — e que companhias!.

Fontes:
blogdamartabellini.blogspot.com
www.leme.pt
miltonribeiro.opsblog.org/Imagem

quarta-feira, 30 de março de 2011

Ingrid Betancourt


Íngrid Betancourt Pulecio (Bogotá, 25 de Dezembro de 1961) é uma senadora e activista anticorrupção franco-colombiana.

Filha de um ex-senador e ex-embaixador colombiano com uma ex-miss Colômbia, Gabriel Betancourt e Yolanda Pulecio, viveu boa parte de sua juventude em Paris, onde o pai servia como embaixador da Colômbia junto à UNESCO. Estudou Ciências Políticas no Instituto de Estudos Políticos de Paris. Seu ambiente familiar propiciou-lhe o convívio com o poeta Pablo Neruda, o escritor Gabriel García Márquez e o pintor Fernando Botero. Teve dois filhos de seu primeiro casamento na França.

Após o assassinato de Luis Carlos Galán, (ex-candidato a presidência) com uma plataforma política anti-drogas, Íngrid decidira retornar à Colômbia (1989). Em 1990 ela trabalhou no Ministério das Finanças da Colômbia, posteriormente abandonou, para entrar na política. Na sua primeira campanha, Íngrid distribuíra preservativos que representavam como ela mesmo dizia: "um preservativo contra a corrupção". Combatia o tráfico de drogas e militava na causa ambiental.
Íngrid concorrera ao cargo de senadora na eleição de 1998 - a quantidade de votos que recebera fora a maior entre todos os candidatos ao senado daquela eleição. Durante seu mandato recebera ameaças de morte por uma organização militar desconhecida, forçando-a a enviar seus filhos para Nova Zelândia.
Na eleição presidencial seguinte, Íngrid concedera apoio a Andrés Pastrana em troca de concessões de seu interesse. Porém, após sua eleição ela reivindicara o não cumprimento das promessas por Andrés a ela feitas.
Após a eleição de 1998 Íngrid escrevera um livro, uma memória. Em princípio, seu livro não fora publicado na Colômbia , pois continha revelações polêmicas, além de críticas e acusações contra o antigo presidente Samper e outros, por isso fora publicado inicialmente na França com o título: "La Rage au Coeur" (Raiva no coração).

Sequestrada em 2002, permaneceu em poder das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) até 2 de Julho de 2008, quando foi resgatada numa operação do exército colombiano

Resgate:
Em 2 de Julho de 2008, às 15h 16m (hora da Colômbia), o ministro da Defesa do país, Juan Manuel Santos, anunciou a libertação no sul do país, pelo exército colombiano, de quinze reféns, entre os quais Íngrid Betancourt, três cidadãos dos Estados Unidos e onze agentes policiais e militares colombianos, alguns dos quais eram reféns das FARC havia mais de dez anos. Íngrid Betancourt estava sequestrada havia 2323 dias. Este resgate ocorreu através da infiltração do exército no comando das FARC que tinha os reféns em seu poder, conseguindo convencer os sequestradores a reunir num só grupo os reféns. O resgate foi feito por helicóptero, sob o pretexto de levar os reféns para uma inspecção humanitária.
A operação foi a conclusão de uma vasta preparação de infiltração no mais alto nível das FARC. Os reféns só souberam que estavam a caminho da liberdade no helicóptero, pois toda a operação decorreu sem um único tiro e sem qualquer violência.

Ingrid, recentemente lançou um livro "NÃO HÁ SILÊNCIO QUE NÃO TERMINE",  narrando os momentos mais dramáticos de suas longas desventuras nos anos de cativeiro na selva colombiana.

"Nunca se esqueça, Ingrid, de que o mundo é bem diferente deste que você conhece. A realidade é dolorosa e um dia a vida pode se tornar difícil para você também" palavras ditas pela sua empregada, quase como uma premonição.

Fontes:
pt.wikipedia.org
www.estantevirtual.com.br
rtve.es/Imagem

quarta-feira, 23 de março de 2011

Elizabeth Taylor (27-2-1932 - 23-03-2011)


Liz Taylor representou o glamour de Hollywood com a sua interpretação de Cleópatra no monumental filme de mesmo título (1963), que punha em cena a sua beleza imaculada e que a tornou uma das atrizes mais solicitadas da época. Sua vida privada, repleta de escândalos, despertou sempre grande curiosidade, com destaque para os seus dois casamentos frustrados com Richard Burton que, como ator, com ela contracenara em Cleópatra e em A Megera Domada (1967). Após a morte de Rock Hudson, que havia trabalhado com Elizabeth em Assim Caminha a Humanidade (1955), abraçou a causa da luta contra a Aids. Em 1993, foi premiada com um Oscar honorário. Já havia recebido a estatueta em 1960 por sua interpretação em Disque Butterfield 8 (O Número do Amor) e, em 1965, por Quem Tem Medo de Virginia Woolf?. Taylor, que ultimamente não tem sido pródiga em suas aparições no cinema (A Maldição do Espelho, 1980, ou O Jovem Toscanini, 1988), publicou suas memórias em 1988.

Atriz lendária, mulher de negócios e ativista sem medo, Elizabeth Taylor morreu de maneira tranquila hoje no Hospital Cedars-Sinai de Los Angeles. Elizabeth foi reverenciada como uma das mulheres mais bonitas de todos os tempos. Sua marca registrada sempre foram os traços delicados e os olhos cor azul-violeta, que encantaram gerações.

Fontes:
Compilação vários artigos.
wallpaperbase.com/Imagem

segunda-feira, 14 de março de 2011

Diana Vreeland


Foi um ícone da moda internacional, colunista e editora de duas das maiores publicações editoriais do ramo, Vogue e Harper's Bazaar, conhecida por sua criatividade ilimitada e seu forte temperamento.

Nascida Diana Dalziel, filha de pai inglês e mãe norte-americana – Emily Hoffman, uma socialite descendente do primeiro presidente dos Estados Unidos, George Washington – passou a infância em Paris emigrando com a família para Nova Yorque às vésperas da I Guerra Mundial. De infância difícil, sendo cobrada e comparada pela mãe com a irmã pela falta de beleza física, casou-se em 1924 com o banqueiro Thomas Vreeland e com o início da Grande Depressão e a quebra da Bolsa de Nova Iorque em 1929 mudaram-se para Londres, onde ela começou um negócio de lingeries e manteve-se em contato com a sociedade inglesa, vivendo uma vida cercada de luxos, ao lado de celebridades como Wallis Simpson, futura Duquesa de Windsor, Cecil Beaton, Cole Porter e Gertrude Lawrence.

Em 1937 voltou a Nova Yorque com o marido e começou sua carreira na moda como colunista da Harper's Bazaar, onde trabalharia por 25 anos como editora de moda da revista. Em 1962, assumiu o cargo de editora-chefe da Vogue, onde trabalharia até 1971, revolucionando os métodos do jornalismo de moda, não apenas mostrando as novidades e tendências do setor mas apurando o senso crítico da profissão e do mercado, o que transformaria a Vogue na mais importante revista do mundo. Ficou famosa também pela criatividade mostrada em seus famosos editorias em parceria com o fotógrafo Richard Avedon e por seu temperamento irascível, que chegou a causar a demissão de uma funcionária por não gostar do barulho de seus saltos no chão da redação, o que, segundo ela, tirava a concentração do trabalho.

Seu trabalho na Vogue imortalizou a figura de ícones da moda da época como Twiggy e Marisa Berenson e transformou em paradigmas de beleza mulheres consideradas visualmente “estranhas” como Barbra Streisand e Anjelica Huston, tudo a partir de um escritório pintado com paredes de vermelho vivo e almoçando diariamente um sanduíche de pasta de amendoim com uma dose de uísque. Uma de suas manias era de que suas assistentes mais próximas usassem bijuterias barulhentas e enormes, com guizos, para que ela sempre soubesse quando estavam por perto.

Morreu quase na pobreza, em 1989, vivendo de maneira extremamente modesta por nunca ter se preocupado com o futuro, quase cega e passando seus últimos meses de vida em cima de uma cama, acompanhada quase diariamente apenas por seu grande amigo e discípulo, André Leon-Talley, atual editor adjunto da Vogue America, hoje comandada por uma de suas grandes admiradoras, Anna Wintour.

Uma de suas inúmeras frases: "Dinheiro ajuda a tomar café na cama, estilo ajuda a descer uma escada."

Fontes:
wikipedia
www.bing.com/imagem

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Liza Minneli


Liza Minnelli, filha da lendária Judy Garland e do seu segundo marido, o diretor Vincent Minnelli, consagrou-se como cantora e atriz no filme "Cabaré", que lhe deu o Oscar em 1972.

Liza apareceu nas telas pela primeira vez na cena final do filme "In the Good Old Summertime" estrelado pela sua mãe e Van Johnson. Aos 16 anos, começou na Broadway com um revival do musical "Best Foot Forward". No ano seguinte apresentou-se em Londres com sua mãe. O público adorou e sua carreira musical decolou. Retornou a Broadway aos 19 anos e ganhou o prêmio Tony por "Flora, the Red Menace". Recebeu outro Tony por "The Act" em 1978 e um Tony especial em 1974. Em 1984, foi indicada por "The Rink", mas perdeu.

O filme "The Sterile Cuckoo",de 1969, garantiu sua primeira indicação ao Oscar. Em 1972 ganhou como melhor atriz por "Cabaré". Liza Minelli foi a única vencedora da Academia cujos pais são ambos vencedores também. Ganhou ainda um Emmy, em 1972, pelo especial para a TV, "Liza com Z".

Em 1990 recebeu um Grammy. Ganhou também um Globo de Ouro por "Cabaré" e outro pelo filme para a TV "A time to live".

Ficou conhecida pelo seu estilo vocal poderoso, como em suas canções "Cabaré" e pelo tema de "New York, New York". Como sua mãe, teve diversas uniões desfeitas. Seu primeiro marido foi Peter Allen, com quem ficou de 1967 a 1972. Depois se casou com o produtor e diretor Jack Haley Jr . O casamento durou de 1974 a 1979. O terceiro marido foi o escultor Mark Gero, de 1979 a 1992. O quarto foi o "promoter" David Gest, de 2002 a 2003. Além disso esteve ligada romanticamente a Martin Scorsese, a Petter Sellers, ao pianista Billy Stritch, a Mikhail Baryshnikov e ao ator Desi Arnaz Jr.

Nos últimos anos, a carreira tem estado voltada mais para os palcos e para a música. Gravou com Frank Sinatra o CD Duets e Sammy Davis Jr.; juntou-se a eles para uma série de concertos e espetáculos na televisão, que tiveram ótima repercussão.

Em 1997, Liza sofreu uma cirurgia nas cordas vocais, época em que começou a assistir a todos os filmes do pai adoptivo. Isso levou-a a estrelar um espetáculo na Broadway intitulado Minnelli on Minnelli.

Em 2006 gravou a canção Mama em parceria com a banda My Chemical Romance.

Após a performance como Dudley Moore, no longa-metragem Arthur, Minnelli fez poucas aparições no cinema.

Fontes:
http://educacao.uol.com.br
eltonjrworld.blogspot.com/Imagem

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Helen Keller um Exemplo de Vida


Pedagoga norte-americana nascida no Alabama, que apesar de deficiente desde os dois anos de idade, obteve graus universitários e publicou vários trabalhos autobiográficos. Aos 19 meses de idade, por causa de um forte sarampo ficou cega, surda e muda. Aos seis anos, aconselhados pelo Dr. Alexander Graham Bell (1847-1922); seus pais recorreram a Anne Mansfield Sullivan, uma jovem de 20 anos, então recentemente graduada no Instituto Perkins para cegos, em Boston, para educar sua filha. Aos sete anos, confiada a Dra. Sullivan, passou a estudar como exprimir-se à maneira dos surdos-mudos. Aprendeu em seguida a escrever no sistema Braille, e a usar uma máquina especialmente desenhada para ela. Graduou-se (1894) na Universidade de Radcliffe e passou a trabalhar na Comissão de Cegos de Massachusetts e a dar conferências por todo o mundo. Chegou a dominar vários idiomas, aprendeu a ler em diferentes sistemas para cegos e publicou, entre outros livros, Historia de minha vida (1903), O mundo em que vivo (1908), Sair da escuridão (1913), Meus anos posteriores (1930), Tenhamos fé (1940), Mestra Ana Sullivan Macy (1955) e A porta aberta (1957).

Hellen Keller faleceu em 1º de junho de 1968 em “Arcan Ridge” algumas semanas antes de completar 88 anos. Suas cinzas foram depositadas ao lado das de Anne Sullivan Macy e Polly Thomson na Capela de São José na Catedral de Washington. Durante a cerimônia, onde compareceram diversas autoridades do governo, pessoas proeminentes de todos os setores e delegações da maioria das organizações para cegos e surdos, em seu último adeus, o Senador Lister Hill do Alabama disse a respeito de Helen Keller:

“Ela viverá; ela foi um dos poucos nomes imortais, que não nasceu para morrer. Seu espírito perdurará enquanto o homem puder ler e histórias puderem ser contadas sobre a mulher que mostrou ao mundo que não existem limitações para a coragem e a fé.”

E por tudo isso ela foi chamada por seus amigos americanos: “A primeira mulher de coragem do mundo”.

Numa palestra para 550 pessoas no Hospital das Clínicas em São Paulo, alguém lhe perguntou:

— “O que você gostaria mais de ver, se Deus lhe desse visão por cinco minutos?” Helen Keller respondeu:

—“As flores, o pôr do Sol e o rosto de uma criança”.

FRASES
“Belos dias como estes, fazem o coração bater ao compasso de uma musica que nenhum silêncio poderá destruir. É maravilhoso ter ouvidos e olhos na alma. Isto completa a glória de viver”.

"Quando Sonhar em ser algo diferente, pense que sonhar com aquilo que gostaria de ser é desperdiçar aquilo que você é!"

Fontes:
http://entreondas.multiply.com
http://helenkeller1880.vilabol.uol.com.br/Imagem

sábado, 18 de dezembro de 2010

domingo, 5 de setembro de 2010

Jacqueline Kennedy Onassis

Mais que qualquer outra mulher no século xx, Jacqueline Lee Bouvire Kennedy Onassis representou um ideal feminino de graça, beleza, elegância e inteligência. Representante da alta sociedade da costa leste dos EUA, Jackie tornou-se a musa de um mundo dividido, no auge da guerra fria, ao chegar à casa branca com o marido John F Kennedy. Logo depois, tranformou-se na viuva de toda uma nação , testemunha e figurante do assassinato do marido. Na condição de eterna primeira dama, surpreendeu a todos ao casar-se com o magnata Aristóteles Onássis, um dos homens mais ricos do mundo, e dar provas de sua independência. Protagonista de circustâncias trágicas e de maravilhosas história de superação, Jackie, dona de um charme e altivez incomparáveis, foi uma das mais notáveis mulheres de seu tempo.Teve dois filhos, dois aborto. Caroline, unica filha viva, em finais dos anos 90 John-John seu filho muito parecido com amae faleceu, com esposa, cunhada em um acidente de avião, ele quem pilotava.Jackie casou com John aos 24 anos, ele era senador, sua profissão era jornalista.Casou pela ultima vez e foi feliz ao lado do milionário judeu Maurice Tempelsman, especialista em finanças, e que multiplicou a fortuna de Jacqueline, ate sua morte. Jackie sabia da voluptuosidade de John, de seus casos amorosos, de suas amantes, mas foi fiel a ele até aquele fatídico dia em Dallas, Texas, onde ainda pegou em suas maos fragmentos do cerebro de John, dilacerado, ela o amou, acho que ele tbem, mas amava as mulheres. E Jackie suportou tudo, calada. Em uma viagem a Paris Jackie estava tão deslumbrante que ninguem deu muita atenção ao presidente Kennedy, e ele disse essa frase. "Eu sou o homem que acompanha Jacquline a França" Hoje é um mito uma mulher que todas as outras mulheres imitavam, nos vestidos, no corte de cabelo chanel, mulher maravilhosa, que falava fueentemente 4 linguas, e era descendentes de franceses, e lia muito, obras de gdes filosofos, pensadores, aos 18 anos sabia tudo, sobre qualquer assunto. John Kennedy se apaixonou por ela, e casou-se com ela.

Em janeiro de 1994, Jacqueline foi diagnosticada com câncer linfático. Seu diagnóstico veio ao público em fevereiro. A família estava inicialmente otimista, e Jackie parou de fumar com a insistência de sua filha, mas continuou a trabalhar. Em abril de 1994, o câncer avançou, e ela saiu do hospital Cornell e foi para sua casa em 18 de Maio do mesmo ano. Muitos simpatizantes, turistas e repórteres ficaram na rua de seu apartamento na 1040 Fifth Avenue, e ela morreu durante seu sono às 10:15 da manhã numa sexta-feira, em 19 de Maio, aos 64 anos.

Fonte: www.netsaber.com.br
Fonte Imagem: lisawallerrogers.wordpress.com

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Cecilia Meireles

Cecília Meireles é uma das grandes escritoras da literatura brasileira. Seus poemas encantam os leitores de todas as idades. Nasceu no dia 7 de novembro de 1901, na cidade do Rio de Janeiro e seu nome completo era Cecília Benevides de Carvalho Meireles.

Sua infância foi marcada pela dor e solidão, pois perdeu a mãe com apenas três anos de idade e o pai não chegou a conhecer (morreu antes de seu nascimento). Foi criada pela avó Dona Jacinta. Por volta dos nove anos de idade, Cecília começou a escrever suas primeiras poesias.

Formou-se professora (cursou a Escola Normal) e com apenas 18 anos de idade, no ano de 1919, publicou seu primeiro livro “Espectro” (vários poemas de caráter simbolista). Embora fosse o auge do Modernismo, a jovem poetisa foi fortemente influenciada pelo movimento literário simbolista.

No ano de 1922, Cecília casou-se com o pintor Fernando Correia Dias. Com ele, a escritora teve três filhas.

Sua formação como professora e interesse pela educação levou-a a fundar a primeira biblioteca infantil do Rio de Janeiro no ano de 1934. Escreveu várias obras na área de literatura infantil como, por exemplo, “O cavalinho branco”, “Colar de Carolina”, “Sonhos de menina”, “O menino azul”, entre outros. Estes poemas infantis são marcados pela musicalidade (uma das principais características de sua poesia).

O marido suicidou-se em 1936, após vários anos de sofrimento por depressão. O novo casamento de Cecília aconteceu somente em 1940, quando conheceu o engenheiro agrônomo Heitor Vinícius da Silveira.

No ano de 1939, Cecília publicou o livro Viagem. A beleza das poesias trouxe-lhe um grande reconhecimento dos leitores e também dos acadêmicos da área de literatura. Com este livro, ganhou o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras.

Cecília faleceu em sua cidade natal no dia 9 de novembro de 1964.

Manuel Bandeira, sobre Cecília Meireles e sua poesia:

Concha, mas de orelha;
Água, mas de lágrima;
Ar com sentimento.
Brisa, viração.
Da asa de uma abelha.
Cecília, és tão forte
e tão frágil.
Como a onda ao
termo da luta.
Mas a onda é
água que afoga:
Tu, não, és enxuta.

Algumas de suas obras:

- Espectro - 1919
- Criança, meu amor - 1923
- Nunca mais... - 1923
- Poema dos Poemas -1923

Fonte: www.suapesquisa.com
Fonte Imagem: iserj.net

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Rachel de Queiroz

Nascida numa família de intelectuais no dia 17 de novembro de 1910, em Fortaleza (CE), Rachel de Queiroz foi a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras, em 1977. Era prima do escritor José de Alencar e teve como tataravô Bárbara Pereira de Alencar, uma das líderes da revolta republicana deflagrada no Nordeste em 1817.

Em 1930, publicou seu primeiro romance, O Quinze, que narra o drama dos flagelados da seca e a pobreza dos nordestinos. Demonstrando preocupação com questões sociais e hábil na análise psicológica de seus personagens, teve papel de destaque no desenvolvimento do romance nordestino.

Em 1939, foi agraciada com o Prêmio Felipe d'Oliveira pelo livro As Três Marias. Escreveu ainda João Miguel (1932), Caminhos de Pedras (1937) e O Galo de Ouro (1950).

Em 1992, publicou o romance Memorial de Maria Moura, que deu a Raquel diversos prêmios, entre eles o "Romance do Ano", conferido pela Associação Paulista de Críticos de Arte, o "Intelectual do Ano", conferido pela União Brasileira de Escritores e o "Prêmio Camões", concedido em Lisboa para o melhor autor do ano em língua portuguesa.

Na política, a escritora participou da campanha que levou à derrubada de Getúlio Vargas em 1945 e ajudou nas articulações do golpe de 1964, que depôs João Goulart.

Rachel de Queiroz morreu no dia 4 de novembro de 2003, aos 92 anos, poucos dias após ter sofrido um acidente vascular cerebral.

Fonte: mulher.terra.com.br

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Anne Frank

O anexo secreto fica na Rua Prinsengracht, 263, em Amsterdã (Holanda). Eram cômodos escondidos nos fundos de uma fábrica, onde Annelies Frank escreveu a maior parte de seu diário, um dos símbolos da perseguição aos judeus durante o regime de Hitler.

Chamada pelos pais de Anne, a filha do comerciante judeu Otto Frank emigrara com a família para Amsterdã em 1933, após a ascensão dos nazistas ao poder na Alemanha.

Quando Anne completou 13 anos de idade, ela ganhou um caderno para diário, encapado com tecido xadrez vermelho e verde e fechado por um fecho simples, sem chave. Nesse mesmo dia ela escreveu: "Espero poder contar tudo a você, como nunca pude contar a ninguém, e espero que você seja uma grande fonte de conforto e ajuda." (12 de junho de 1942).

No dia 14 de junho de 1942, ela começou a escrever sobre a ocupação na Holanda. Um mês após seu aniversário, para evitar a prisão pela polícia nazista, a família se mudou para o anexo secreto onde Anne escreveu grande parte de seu diário.

Assim começou o cotidiano do esconderijo onde vivia com os pais, a irmã e mais quatro pessoas. Foram 25 meses de medo. A tensão era enorme para manter o silêncio absoluto durante o dia. A fábrica funcionava normalmente, e somente alguns empregados sabiam do anexo. Por isso, as pessoas só podiam andar de cócoras descalças, ficar sentadas e sussurrar. Apenas uma escada e uma estante as separavam do resto do armazém.

A entrada na clandestinidade foi planejada por Otto Frank e alguns empregados. Miep Gies, Johannes Kleiman, Victor Krugler e Bep Voskuijl alimentaram os Frank, os Van Pels e Fritz Pfeffer. "Não poder sair me deixa mais chateada do que posso dizer, e me sinto aterrorizada com a possibilidade de nosso esconderijo ser descoberto e sermos mortos a tiros", escreveu Anne.

Mas ela não perdia a esperança. Queria ser escritora. Por isso, em 1944, reescreveu o começo do diário, para uma futura publicação como cartas a uma amiga imaginária, Kitty. Como qualquer adolescente, ela descobria sua sexualidade em um breve idílio com Peter, outro garoto escondido no anexo. Ninguém no esconderijo sabia do diário.

O esconderijo, porém, foi descoberto na manhã do dia 4 de agosto de 1944, e os clandestinos ficaram numa prisão em Amsterdã até o dia 8, quando foram transferidos para Westerbork, campo de triagem para judeus no norte da Holanda. Em 3 de setembro, foram deportados para Auschwitz (Polônia).

Anne e Margot, sua irmã, foram separadas dos pais e transferidas para o campo de concentração de Bergen-Belsen, perto de Hannover (Alemanha), onde morreram de tifo. O único sobrevivente foi Otto Frank, libertado pelo exército russo e repatriado para Amsterdã, onde recebeu o diário, protegido por Mep Gies. Ele dedicou-se a espalhar as mensagens de sua filha até morrer em agosto de 1980.

"Cerca de dez anos depois do fim da guerra, vai parecer esquisito quando se disser como nós judeus vivemos, comemos e conversamos aqui. (...) Não quero ter vivido inutilmente, como a maioria das pessoas. Quero ser de utilidade e alegria para as pessoas que vivem à minha volta e para as que não me conhecem", escreveu Anne em seu diário, de certa forma profeticamente.

O "Diário de Anne Frank" foi traduzido para diversas línguas, com mais de 30 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo. O livro que começou como um simples diário de adolescente transformou-se num comovente testemunho do terror nazista.

Fonte: www.netsaber.com.br

sábado, 31 de julho de 2010

Amelia Earhart

Amelia Mary Earhart (Atchison, Kansas, 24 de Julho de 1897 — desaparecida em 2 de Julho de 1937) foi pioneira na aviação dos Estados Unidos, autora e defensora dos direitos das mulheres. Earhart foi a primeira mulher a receber a “The Distinguished Flying Cross”, condecoração dada por ter sido a primeira mulher a voar sozinha sobre o oceano Atlântico. Estabeleceu diversos outros recordes, escreveu livros sobre suas experiências de voo, e foi essencial na formação de organizações para mulheres que desejavam pilotar.

Aviadora americana nascida em Atchison, Kans., que se tornou a primeira mulher a cruzar voando de avião o Oceano Atlântico (1932) e do Hawai à Califórnia (1935). Como passageira voou sobre o Oceano Atlântico (1928), realizando uma viagem que a tornaria a primeira mulher a voar sobre tal Oceano, ainda que sem pilotar. Esta aventura foi o mote para uma grande mudança na sua vida, dedicando-se em exclusivo à aviação, desenvolvendo projetos como piloto e chegando a vice-presidência da Luddington Airlines, Inc. (1930-1931). Segunda esposa (1931) de George Putnam, fez sua primeira travessia transoceânica pilotando (1932) indo de Newfoundland a Wales. Posteriormente voou de Honolulu para os EUA e de Mexico City a New York City (1935). Conhecida por quebrar vários records da aviação feminina, perdeu a sua vida durante um vôo pelo Oceano Pacífico, em circunstâncias misteriosas. Desapareceu nas proximidades de Howland Island, quando tentava cruzar este oceano (1937), tentando dar uma volta ao mundo, e seu corpo nunca foi encontrado.

Fontes: Wikipédia / netsaber.com.br

terça-feira, 27 de julho de 2010

Cleópatra VII : Beleza e astúcia no Egito Antigo

Na história da humanidade acredito que não haja uma mulher que seja tão conhecida e é também um dos governantes mais famosos do Egito. Existiram várias Cleópatras, já que todas as mulheres de sua família se chamavam Cleópatra, mas esta que é a mais falada é a sétima.

Entre os anos de 47 e 30 antes de Cristo, quando o Império Romano era o mais poderoso no planeta, uma mulher ousou se colocar em seu caminho. Seu nome era Cleópatra, então rainha do Egito.

Historiadores concordam sobre a beleza fenomenal da rainha, tão grande quanto sua esperteza: ela conseguiu manipular dois dos homens mais poderosos do seu tempo, os romanos Júlio César e Marco Antônio, assegurando que o Egito ficasse de fora da ocupação romana. Acabou se tornando símbolo da astúcia feminina.

O amor por Marco Antônio foi tão grande que ainda determinou a queda e derrota do imperador pelo rival. Antônio se suicidou após a derrota, e Cleópatra foi aprisionada por Otávio.

Arrasada pela perda de Marco Antônio, a rainha do Nilo não deixou que Otávio exibisse sua prisioneira pelas ruas de Roma, tirando a própria vida no ano 30 a.C., ao deixar-se picar por uma serpente venenosa.

Fonte: jornalcontexto.com.br

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Mary Quant (Um pouco de ousadia não faz mal!!, ou faz?)

A inglesa que descobriu os joelhos das mulheres.....

Se não fosse pela inglesa Mary Quant – que nasceu em 1934 e continua na ativa até hoje –, provavelmente os homens continuariam acostumados a ver as mulheres desfilando com saias compridas até os pés.

Pois foi Mary Quant que, em meados dos anos 60, inventou a polêmica minissaia.

O fenômeno apareceu em 1964, quando todo o mundo passava por uma enorme revolução, principalmente cultural. Os jeans, por exemplo, tornaram-se uma verdadeira instituição para a juventude do "paz e amor", enquanto o fenômeno dos Beatles ia ficando cada vez maior e o pesadelo do Vietnã ainda chocava os americanos. No Brasil, a Jovem Guarda surgia com força total.

Nesta época, a então estudante Mary Quant achava a moda "terrivelmente feia", passando a desenhar sua própria roupa; anos depois, com o marido, abriu a loja Bazaar, na famosa King’s Road, em Londres.

Seu nome ficou marcado como sendo inventora da minissaia, mas  há controvérsias sobre quem realmente criou a indumentária.

Acontece que, no mesmo ano de 1964, o estilista André Courreges "subiu" as saias de sua coleção de verão cerca de 15 centímetros acima do joelho. Seriam as primeiras minissaias.

Mas a revolução mesmo foi assinada por Mary Quant, que na mesma época radicalizou ao desenhar saias com "mínimos" 30 centímetros de comprimento, que deixavam toda a perna de fora e eram usadas com blusas justas (a camiseta ainda era roupa íntima), botas e meias para fazer frente ao frio londrino.

O fenômeno se alastrou pelo mundo, para desespero das mulheres conservadoras e alegria dos homens em geral.

Em poucos anos, Mary Quant abriu 150 filiais na Inglaterra, 320 nos EUA e milhares de pontos de venda no mundo todo. Sua butique se tornou o símbolo de vanguarda das décadas de 60 e 70, mas o auge veio em 1966, quando a própria rainha Elizabeth II condecorou Mary com a Ordem do Império Britânico. Ela foi receber o prêmio, óbvio, vestindo uma minissaia.

Mary Quant voltou a ser notícia em 1994, então com 60 anos, quando lançou uma coleção de acessórios e de cosméticos justificando: "É para que ninguém me esqueça". Ela ainda é adepta da sua criação.

Fonte: jornalcontexto.com.br

sábado, 10 de julho de 2010

Waris Dirie (Flor do Deserto)

Ex-modelo internacional, a somali Waris Dirie alerta sobre a Mutilação Genital Feminina - prática comum em vários países africanos, além de parte do Oriente e da Europa - em que meninas são cortadas como pré-requisito para arrumarem casamento. A ideia absurda é de que, com a mutilação, seus desejos sexuais fiquem reduzidos, assim como a possibilidade de adultério. Tudo em nome da falsa segurança machista em relação à fidelidade da esposa e à castidade da noiva.

Ela é uma mulher negra que venceu na vida como profissional em uma carreira pra lá de disputada. Ex-modelo internacional de muito prestígio, Waris Dirie, porém, traz uma certa tristeza no olhar, tristeza essa atrelada ao seu país de origem, a Somália, ao seu povo e costumes. Aos cinco anos de idade, ela e duas irmãs (que não sobreviveram) foram submetidas a umas das maiores crueldades ainda praticadas em vários lugares do mundo em nome das tradições e crenças dos ancestrais: a Mutilação Genital Feminina, remoção ou costura dos lábios vaginais ou clitóris para a diminuição do prazer sexual. Muitos povos consideram a circuncisão feminina como um ato para manter a 'pureza' de uma jovem até o casamento.

Muitos homens recusam-se a casar com uma mulher que não tenha passado pelo "ritual", podendo alegar que a mesma é impura para o matrimonio ou até mesmo mais propensa a traí-lo. Para piorar a situação, tais 'operações' são feitas sem a menor condição de higiene, com objetos cortantes como facas, pedaços de vidros, lâminas, troncos de árvores e espinhos que, muitas vezes, são usados em várias meninas diferentes (com idades entre 3 a 15 anos ) sem nenhuma esterilização. As consequências são infecções graves que, se não levam à morte, provocam danos à saúde e levam a mulher à infertilidade, sem contar o dano psicológico. "Muitas dessas mulheres fazem tratamento psicológico pelo resto da vida", afirmou Waris, em recente visita ao Brasil.

Modelo de luta

Nascida em 1965, na Somália, Waris Dirie teve uma trajetória atribulada: aos cinco anos, passou pela estúpida mutilação; aos treze, foi obrigada pelo pai a se casar com um homem de 60 anos. A então menina, com a ideia de liberdade correndo nas veias, fugiu. Cruzou a pé o deserto da Somália, enfrentando animais selvagens e areias escaldantes por 500 quilômetros até chegar à capital, Mogadíscio. Voltar para casa ela não poderia, pois na certa seria punida e escravizada pelo próprio pai. Saiu do país em busca de alguma oportunidade de sustento e, principalmente, para gritar ao mundo mais tarde a crueldade que acontecia naturalmente na Somália. Em uma dessas oportunidades, foi descoberta por um fotógrafo inglês quando trabalhava em uma rede de lanchonetes.

Ela tinha 18 anos. A partir daí, sucessso, fama e dinheiro passaram a fazer parte da vida de Waris. "Mas posso te contar um segredo? Por tudo que vivi e sofri, não pense que eu gosto de ficar em hotéis 5 estrelas. Sou de família simples e gosto de gente, de me comunicar, de ser realmente livre", diz a ex-modelo, hoje embaixadora da ONU para o combate à mutilação genital feminina e fundadora da ONG Waris Dirie Foundation que, desde 2002, luta para erradicar de vez essa prática do mundo. "Fico feliz em saber que com os trabalhos de divulgação e alerta, 16 países na África já aprovaram a proibição desse costume", comemora. Autora de vários livros, sua biografia, Flor do Deserto ganhou as telonas. Lançado na Alemanha no final de 2009, o filme deve chegar aos cinemas brasileiros no primeiro semestre de 2011.

Entrevista:

Mas por que tal brutalidade ainda é tão praticada?

Uma das razões é que virou uma forma de comércio. Os pais vendem suas filhas em troca de dinheiro. É ele, na maioria das vezes, que ordena que sua menina seja mutilada. Elas são trocadas por dinheiro ou qualquer outra coisa do interesse paterno.

O problema, então, vai além do fator cultural?

Sim, a pobreza faz com que ele aconteça. É um problema terrível e acredito que se nos livrarmos da pobreza, da miséria, nos livramos também da Mutilação Genital Feminina.


Depois que você saiu da Somália e se tornou uma top model de sucesso, qual o seu grande objetivo?

Eu quero poder dormir e acordar livre para voar, sinto que estou só começando a luta. Quero poder abrir os olhos e ver homens, mulheres e crianças sendo respeitadas pelo que são e pelo que buscam. Descobri que faço parte do coro de mulheres que dizem NÃO quando o assunto é a violência.

Acredita que está conseguindo?

Estou aqui para falar da minha dor e do meu sofrimento, mas também para falar do resultado. Muitos acreditam que a mulitilação é certa, principalmente mães e avós. Elas acreditam que se suas filhas não forem cortadas nunca arranjarão um marido. É um absurdo! Não podemos permitir que tais costumes venham aterrorizar as nossas filhas. Percebo que meu sofrimento mudou a minha família, o meu bairro está mudando, consequentemente, o meu país, a Somália. O mundo em que vivemos também mudará. Eu tendo a oportunidade de dizer não à violência, eu direi, em qualquer lugar, em qualquer idioma. E quando não mais conseguir falar vou mostrar. Estou dando a minha parcela para tais mudanças.

Fontes:wjdwdefesadamulher / Revista Raça

domingo, 27 de junho de 2010

Aracy Guimarães Rosa (O Anjo de Hamburgo)

Aracy de Carvalho Guimarães Rosa (Rio Negro, Paraná, c. 1908) é uma senhora brasileira, segunda esposa do escritor João Guimarães Rosa. Aracy também é conhecida por ter seu nome escrito no Jardim dos Justos entre as Nações, no Museu do Holocausto (Yad Vashem), em Israel, por ter ajudado muitos judeus a entrarem ilegalmente no Brasil durante o governo de Getúlio Vargas. A homenagem foi prestada em 8 de julho de 1982, ocasião em que também foi homenageado o embaixador Luiz Martins de Souza Dantas. Ela é uma das pessoas homenageadas também no Museu do Holocausto de Washington (EUA).

Paranaense, foi morar com uma irmã de sua mãe na Alemanha após separar-se do primeiro marido. Por falar quatro línguas (português, inglês, francês e alemão), conseguiu uma nomeação no consulado brasileiro em Hamburgo, onde passou a ser chefe da Secção de Passaportes.

No ano de 1938, entrou em vigor, no Brasil, a Circular Secreta 1.127, que restringia a entrada de judeus no país. Aracy ignorou a circular e continuou preparando vistos para judeus, permitindo sua entrada no Brasil. Como despachava com o cônsul geral, ela colocava os vistos entre a papelada para as assinaturas. Para obter a aprovação dos vistos, Aracy simplesmente deixava de pôr neles a letra J, que identificava quem era judeu.

Nessa época, João Guimarães Rosa era cônsul adjunto (ainda não eram casados). Ele soube do que ela fazia e apoiou sua atitude, com o que Aracy intensificou aquele trabalho, livrando muitos judeus da prisão e da morte.

Aracy permaneceu na Alemanha até 1942, quando o governo brasileiro rompeu relações diplomáticas com aquele país e passou a apoiar os Aliados. Seu retorno ao Brasil, porém, não foi tranquilo. Ela e Guimarães Rosa ficaram quatro meses sob custódia do governo alemão, até serem trocados por diplomatas alemães.

Sua biografia inclui também ajuda a compositores e intelectuais durante o regime militar implantado no Brasil em 1964.

“Minha mãe resolveu ignorar a circular que proibia a concessão de vistos a judeus, achou aquilo um absurdo, e por sua conta e risco continuou a preparar os processos, à revelia das ordens do Itamaraty e de seus superiores no consulado”, conta o filho Eduardo Tess, hoje um advogado em São Paulo.

“A Aracy, minha mulher, Ara, pertence este livro”. Com esta epígrafe, começa um dos maiores fenômenos da literatura mundial, Grande Sertão: Veredas, a obra-prima de João Guimarães Rosa. No entanto, ao se comemorar, no ano passado, os 50 anos da sua publicação, pouco se falou sobre esta mulher. Mas haveria motivos de sobra para manter viva a chama da memória de Aracy – ainda que ela não tivesse sido a companheira de um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos.

Hoje, dona Aracy, vive em São Paulo, com o filho Eduardo e a nora Beatriz Tess. Por ironia do destino, quem tem tanto para contar, devido à idade avançada, pouco se recorda. Mas para o judaísmo, quem salva uma vida salva a humanidade, e por isso a chama da sua memória não pode ser jamais apagada.

Fontes: Wikipédia / /www.digestivocultural.com

sábado, 26 de junho de 2010

Lady Diana

Diana Frances Spencer, Filha do Visconde de Althorp, posteriormente Princesa de Gales ao desposar-se com o Príncipe Charles, herdeiro da coroa britânica, nascida nas proximidades de Sandringan em 1º de julho de 1961. Foi educada inicialmente na Riddlesworth Hall Preparatory School em Norfolk e posteriormente na West Health School. Completou seus estudos na Suíça no ano de 1978. Após este período, trabalhou como professora numa escola em Pimlico.

Seu casamento com o príncipe de gales foi oficialmente anunciado em fevereiro de 1981, tendo ocorrido a grande cerimônia em 29 de julho do mesmo ano. O primeiro filho, William Arthur Philip Louis, nasceu em 21 de julho do ano seguinte. O segundo filho Prince Henhy of Wales, nasceu em 15 de setembro de 1984. Como Princesa de Gales, desempenhou seu papel representando a Coroa Britânica em inúmeras viagens pelo mundo e ainda auxiliando instituições e campanhas de caridade, voltando seu tranalho sobretudo ao bem-estar infantil.

Em 1992 sua separação do Príncipe Charles foi anunciada. O divórcio ocorreu em 28 de agosto de 1996. Desde muito cedo, a princesa sofria com o vasto assédio ainda alimentado por rumores da existência de uma amante de Charles. Apesar disso, inversamente proporcional ao caso da própria rainha, a Princesa Diana atingia grande popularidade entre os cidadãos britânicos. Após seu divórcio em 1996, a princesa permaneceu no entanto como membro da família real britânica, dando continuidade aos seus trabalhos de solodariedade junto aos desfavorecidos. Concedeu uma extensa entrevista à televisão britânica em tom de desabafo, tendo angariado grande simpatia da opinião pública londrina.

Apesar de sua separação do Príncipe Charles, a imprensa sensacionalista britânica deu continuidade ao seu enfoque quanto à vida pessoal da Princesa, tendo noticiado a ligação amorosa de Diana com Dodi Fayed, membro da família proprietária da Harrods, uma das mais tradicionais e mundialmente famosas lojas de departamentos de Londres. Neste contexto, a trágica morte da princesa ocorreu em 31 de agosto de 1997 em um acidente de carro em paris, tendo também resultado da morte de Fayed e do motorista. Segundo versões, o motorista estava em alta velocidade numa tentativa de fuga, pois o veículo era então perseguido pelos chamados paparazzi, os inescrupulosos fotógrafos da imprensa sensacionalista européia. Sua morte ocupou o centro das atenções mundiais através de manchetes nos principais jornais e noticiários televisivos do mundo, causando grande comoção em nível internacional. Até hoje, a Princesa é lembrada por seu trabalho solidário e pelo relativo resgate da popularidade da Coroa Britânica que sua figura chegou a representar.

Seu funeral, em 6 de setembro de 1997 emocionou milhões de pessoas e deixou clara a admiração pela "Princesa do Povo". Diana foi sepultada em uma ilha no lago de Althorp, na propriedade da família paterna.

Fontes: princdiana.vilabol.uol.com.br

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Kiharu Nakamura

Gueixa (em japonês: 芸者, geisha?) ou Gueigi (em japonês: 芸妓, geigi?) são mulheres japonesas que estudam a tradição milenar da arte da sedução, dança e canto, e se caracterizam distintamente pelos trajes e maquiagem tradicionais. Contrariamente à opinião popular, as gueixas não são um simples equivalente oriental da prostituta. Elas não trabalham com sexo.

Kiharu Nakamura (em japonês: 中村 喜春, Nakamura Kiharu?) (14 de abril de 1913 - 5 de Janeiro de 2004) foi uma das mais famosas gueixas, era considerada a "última gueixa". Faleceu aos 90 anos em em Nova Iorque.

História:

Kazuko Yamamoto até então uma jovem de 16 anos tem uma briga com sua família, levando-a a fugir de casa e ir para um kuruwa (como é chamado o local de "lazer"). Lá teve que escolher seu nome artístico, o escolhido foi Kiharu ("primavera feliz", em japonês). Passou anos preparando-se para tornar-se gueixa. Aprendeu a cantar, dançar, comportar-se educadamente, fazer agrados (como a "arte se servir o chá"), a tocar shamisen, recitar poemas, ter conversas agradáveis (que para ela foram muito importantes), etc.

Durante a Segunda Guerra Mundial, casada com um homem influente, foi mandada como espiã para a Índia pelo governo do Japão, ela ficou encarregada de transmitir mensagens secretas. Voltando ao Japão no final da guerra encontrou seu país bem diferente, abalado, destruído. Então resolveu mudar-se para os Estados Unidos da América, tornando-se professora de shamisen, música e também como consultora de teatro e ópera, inclusive em Madama Butterfly. Morreu no Queens, distrito de Nova Iorque.

CURIOSIDADES:

1) Em Edokko Geisha Ichikai ("Memórias de uma Gueixa de Tóquio", traduzido para 8 línguas), sua autobiografia, conta que escapou do mizuage (ritual de perda da virgindade) conversando com o cliente até ele dormir.

2) Na época, sendo a única falante do inglês, conheceu muitos famosos como Charlie Chaplin, o famoso jogador de beisebol Babe Ruth, o empresário William Hearst, que inspirou o filme Cidadão Kane, o artista francês Jean Cocteau, entre outros famosos de Hollywood e políticos do mundo.

3) Passou mais de 5 décadas na sua profissão.

4) Inspirou poemas, músicas, filmes e séries.

Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Helena Rubinstein



Helena Rubinstein (Cracóvia, 25 de dezembro de 1871 – Nova York, 1 de abril de 1965) foi uma empresária e cosmetóloga polonesa-americana. Nascida na Polônia na época em que esta fazia parte do Império Austro-Húngaro, com 18 anos mudou-se para a Austrália onde começou a misturar fórmulas médicas e pomadas. Em 1902 ela abriu o primeiro salão de beleza do mundo em Melbourne. Mais tarde, em 1908, ela abre outro em Londres, e logo em seguida um em Paris, 1912, e Nova York, 1914.
Desde 1917 Helena Rubinstein fabrica e distribui seus produtos em grande escala. Foi a fundadora da Helena Rubinstein, Incorporated e se tornou uma das mulheres mais ricas do mundo.
Morreu aos 93 anos de idade.

Rubinstein nasceu Chaja Rubinstein, a mais velha dos oito filhos, de Augusta Gitte (Gitel) Scheindel Silberfeld Rubinstein e Naftali Herz Horace Rubinstein, ele era um comerciante em Cracóvia , de origem judaíca. Por um curto período de tempo, ela estudou medicina na Suíça.

Ela chegou na Austrália em 1894, sem dinheiro e pouco conhecimento de Inglês. Suas roupas elegantes e pele leitosa não passou despercebida entre as senhoras da cidade, no entanto, ela logo encontrou compradores entusiásticos para os frascos de cremes de beleza que trazia em sua bagagem. Começou a fazer os seus proprios produtos de beleza.
No prazo de cinco anos de operações australianas foram suficientementes rentáveis para financiar um Salon de Beauté Valaze em Londres. Como tal, Rubinstein formou uma das primeiras companhias mundiais de cosméticos. Sua empresa de negócios se mostrou imensamente bem sucedida e mais tarde na vida, ela usou sua enorme riqueza para apoiar instituições de caridade nos domínios da educação, arte e saúde.

Em 1908, casou-se com o jornalista americano Edward William Tito, em Londres. Eles tiveram dois filhos. Em 1937, Rubinstein divorciou-se de Tito, após um casamento controverso marcado por suas infidelidades.

Em 1938 casou-se com o auto-intitulado Príncipe Artchil Gourielli-Tchkonia (1895-1955),
23 anos mais jovem que ela. Ansioso por um título régio por interesses próprios, Rubinstein perseguiu avidamente o belo rapaz, chegando deste modo a um nome de linha de cosméticos masculinos. Alguns alegaram que o casamento foi uma jogada de marketing, para passar-se como a princesa Helena Gourielli .
Com muito dinheiro, adquiriu mobiliário e obras de arte. Fundou o respeitável Helena Rubinstein Pavilhão de Arte Contemporânea em Tel Aviv .
Em 1953, ela criou a Fundação Helena Rubinstein filantrópicas para fornecer fundos para organizações especializadas em saúde, a pesquisas médicas e reabilitação, bem como para o América-Israel Cultural Foundation e bolsas de estudo para os israelenses.
Em 1959, Rubinstein representou os Estados Unidos na indústria de cosméticos no American National Exhibition, em Moscou .
Um de seus  inúmeros lemas, costumava dizer: "Não existem mulheres feias, apenas os preguiçosos."

Fonte Wikipédia

terça-feira, 22 de junho de 2010

Maria da Penha

"Maria da Penha Maia Fernandes é uma biofarmacêutica brasileira que lutou para que seu agressor viesse a ser condenado. Com 60 anos e três filhas, hoje ela é líder de movimentos de defesa dos direitos das mulheres, vítima emblemática da violência doméstica.

Em 7 de agosto de 2006, foi sancionada pelo presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva a Lei Maria da Penha, na qual há aumento no rigor das punições às agressões contra a mulher, quando ocorridas no ambiente doméstico ou familiar.

História

Em 1983, seu ex-marido, o professor universitário colombiano Marco Antonio Heredia Viveros, tentou matá-la duas vezes. Na primeira vez atirou contra ela, simulando um assalto, e na segunda tentou eletrocutá-la. Por conta das agressões sofridas, Penha ficou paraplégica. Nove anos depois, seu agressor foi condenado a oito anos de prisão. Por meio de recursos jurídicos, ficou preso por dois anos. Solto em 2002, hoje está livre.

O episódio chegou à Comissão Interamericana dos Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) e foi considerado, pela primeira vez na história, um crime de violência doméstica. Hoje, Penha é coordenadora de estudos da Associação de Estudos, Pesquisas e Publicações da Associação de Parentes e Amigos de Vítimas de Violência (APAVV), no Ceará. Estava presente à cerimônia da sanção da lei brasileira, que leva seu nome, junto aos demais ministros e representantes de movimentos feministas.

A nova Lei reconhece a gravidade dos casos de violência doméstica, e retira dos juizados especiais criminais (que julgam crimes de menor potencial ofensivo) a competência para julgá-los. Em artigo publicado em 2003, a advogada Carmem Campos apontava os vários déficits desta prática jurídica, que, na maioria dos casos, gerava arquivamento massivo dos processos, insatisfação das vítimas e banalização da violência doméstica."

Fonte: answers.yahoo.com